♪♫ Never Look Back ♫♪
Disseram que isso nunca aconteceria
Disseram que ele nunca conseguiria
Mas nós nunca paramos de acreditar

"Haverá momentos em que as pessoas dirão que você não pode viver seus sonhos, é isto que lhes digo:

NEVER SAY NEVER! "

................(Justin Drew Bieber)


theme: cerejadosundae. Don't Copy bitch.

Player personalizado: heartsuffix.
teamfanjbieber:

kkkkkkkkkkkkkkkkkk tinha que ser o Justin!!

teamfanjbieber:

kkkkkkkkkkkkkkkkkk tinha que ser o Justin!!

(Source: im-branadense, via notgiveup-fight)


2/06/2012 às 5:16pm · 795 notes

Quando eu era criança eu imaginava como eu seria quando adolescente, e eu não sou nada do que imaginei.

foreveraloone:

(Source: sociedadedosquenaoamam, via minharealidade-paralela)

2/06/2012 às 5:11pm · 2,604 notes

Você diz que o seu ídolo é idiota, mas o meu tira foto de uma privada com papel higiênico, bate a cabeça em portas de vidro e faz piada, nomeia seus objetos, tem um travesseiro chamado Beyoncé, não sabe nem postar um link do youtube no twitter, é perseguido por gaivotas quando vai à praia, tinha medo de Scooby Doo, gosta de pregar peças em todo mundo, faz caretas em frente às câmeras, conta piadas sem graça, espreme seu rosto em vitrine de lojas, brinca com aviões de controle remoto em restaurantes, coloca bigodes de mentira, acha que tem algum pelo facial, acha que Canadá é um continente, se confunde na hora de nomear os países pelo qual ele viajou, aperta seu perfume na boca e zoa qualquer um que achar engraçado. E aí? Ainda acha seu ídolo idiota?

selena-gomez-haters:

(via ourworldbiebs)

2/06/2012 às 5:10pm · 371 notes

Tirar uma nota muito boa:

(DDC)

(via fix--myheart)

2/06/2012 às 5:05pm · 68 notes

Quando eu acho que meu amigo vai faltar e ele chega na sala:

reblogays:

Como eu me sinto:

O que eu demonstro:

(Source: voandonaxicara, via minharealidade-paralela)

2/06/2012 às 4:58pm · 4,227 notes

O maravilhoso momento quando você compra uma roupa nova e a veste pela primeira vez.

jhonjustino:

(Source: homemadee, via s2soyama)

2/06/2012 às 4:57pm · 23,575 notes
c-collapse:

Coca-cola, formigas atômicas e combo de pipoca.
 Tava na fila do cinema quando vi um cara com blusa das formigas atômicas acenar pra mim. Olhei duas, três, cinco mil vezes pra ver se eu não tava delirando. Ele vinha na minha direção com os braços abertos e eu calculei a distância entre o elevador mais próximo e eu. Não dava tempo de correr. Também não dava tempo de cavar um buraco no piso do shopping e pular dentro.
 ― Ei, preta. ― Ele me deu um abraço estranho de uma só mão e eu meio que abracei a outra mão dele e… hãm, foi um desastre. Mas meu coração doeu quando eu ouvi essa voz e esse apelidinho que anos atrás, eram suficientes pra deixar meu dia mais feliz. 
 ― O…hei… ã.  ― Eu queria dizer “Hey, oi, e aí?”. Mas não conseguia pronunciar direito.
 ― Quanto tempo né. 
 ― Pois é… ― Balancei a cabeça.
 ― É… e aí?  
 ― Tudo nice.
 ― Então… anos, né?
 ― Pois é. Três ou quatro.
 ― Acho que é quatro.
Três anos, nove meses e quatro dias, querido.
 ― É…
 ― Arram…
 ― Pois é.
Passamos algum tempo nos olhando constrangedoramente. Lembrei do tempo que nós tínhamos assunto. Era natural como respirar. Passávamos umas boas três, quatro horas no telefone. O assunto nunca acabava e o silêncio também não era um incômodo, nós meio que nos entendíamos. E olha só pra gente agora. Procurei na minha cabeça algum assunto que poderia falar com ele, mas não vinha nada. Estava quase correndo pra longe quando…
 ― Uma amiga minha te viu um dia desses.
Meses e meses atrás, corrigi mentalmente.
 ― Dalila?
 ― Não, não. Você não conhece.
― Então como ela sabe quem sou eu?
Ok. Já posso correr. Deveria dizer “não, é que assim, você é meio que o cara que eu mais amei na vida e meio que eu ainda falo de você pra Deus e o mundo”? Não né.
― Quis dizer que você não deve se lembrar dela, enfim, esquece.
― E esse suco aí na tua mão?
Olhei pra baixo e notei realmente que eu estava segurando um copo de suco de laranja. Alguém, que eu não me lembrava agora quem era, tinha ido comprar pipoca pra gente também, eu acho.
 ― É um suco.
 ― Tá brincando que é um suco? ― Ele ironizou. ― Tô querendo saber, é, cadê tua coca cola?
 ― Ah, sim, sim.  Não tomo mais, sabe. ― Era minha deixa. Ensaiei falar isso faz anos.  ― Mudei muito.
 ― Tu? Mudou? Tu? Parou de tomar coca? Ta beleza, eu acredito.  
 ― Não ta vendo o suco na minha mão? Parei de tomar coca.
 ― Não parou não.
 ― Parei. ― Queria jogar o suco na cara dele ― Isso aqui é suco.
 ― Mas continua querendo tomar coca.
 ― Isso não significa nada.
 ― Claro que significa. ― Ele sorriu ― Significa que tu deixou de tomar coca, mas nunca vai deixar de tomar coca. Ela ta aí dentro de ti ainda. Tu sempre vai desejar uma coca gelada que rasga a garganta. Pega logo uma coca.
 Verdade. Quase pude sentir o gosto enquanto ele dizia isso. Como eu queria coca-cola. Quase dois anos que eu não tomo e eu nunca deixei de querer tomar.
Mas enfim, o que tem haver?
 ― Que bom que só querer não dá celulite né?  ― Sorri.
 ― Você seria linda de qualquer forma. Com ou sem celulite.  ― Ele falou em um tom mais baixo e mais intenso, e eu tive um ataque cardíaco, pelo menos era o que eu sentia. Olhei pros lados disfarçando a timidez.
 ― E os caras?  ― Ele perguntou quando teve a certeza de que eu não iria mais responder.
 ― Que caras?
 ― Os caras, né.
 ― Hãm?
 ― Namorados, preta, namorados, problemas, paqueras, etc.
Ah sim. Isso me lembrou que tinha alguém comprando pipoca em algum lugar desse shopping. Olhei de relance pra ver se encontrava, mas aparentemente não estava em nenhum canto. Ou era culpa minha, que só conseguia ver o cara de camisa das formigas atômicas na minha frente.
 ― Tô namorando.
 ― Você? ― Ele levantou a sobrancelha.
 Me senti um pouco ofendida com o tom de voz dele. ― Eu mesma.
 Ele me fitou por algum tempo em silêncio.
 ― O que?  ― Já tava sem paciência.
 ― É…  ― ele pensou por mais alguns segundos  ― Estranho, eu acho.
E eu entendi o que ele quis dizer. A gente só se conhecia como um sendo a pessoa do outro. Nós éramos o amor da vida um do outro, a alma gêmea, a metade da laranja e qualquer outro nome que dão pra isso. Era algo fora do contexto esse nosso encontro, a gente aqui, como dois conhecidos que não se vêem há anos. Como que a gente foi se perder assim? Como que nossas vidas que pareciam tão juntas e tão entrelaçadas e tão grudadas, inventaram de mudar de rumo? Eu me sentia até culpada, eu acho. Era tudo bonito demais e triste demais e apaixonado demais pra ter acabado.
― É.
― Ainda escreve?
(Escrevo. Tô escrevendo um texto sobre você nesse instante.)
― Não ― Menti. ― Não tenho mais tempo pra isso. 
― Hum… Então você mudou.
― Mudei muito.
― Mentira sua ― Ele me olhou como uma criança implicante.
― Acredite no que quiser ―  Retribui o olhar.
― Aposto que ainda conta os dias e as datas.
― Não mesmo. Nem me lembrava mais disso. Aliás, que dia é hoje?
― Quanto tempo pro teu aniversário?
― Que?
― Quanto tempo falta. Para o teu. Aniversário. ― Ele falou pausadamente.
Engoli seco. ― Eu sei lá.
― Eu sei que você tá contando.
― O que? Eu mesm…
― Anda.
― Não sei.
― Diz.
― Não dig…
― Agora.
O encarei por alguns segundos até suspirar pesadamente.
― Três meses e quatro dias.
― Aniversário da tua cachorra.
― Sete meses e… seis dias. 12 de dezembro. Aniversário de Belo Horizonte. Dia da morte do José de Alencar. Aniversário do Silvio Santos também.
― Viu, eu disse.
― Grande coisa. Todo mundo tem uma mania.
― Grande coisa. Você não mudou nada.
― Cortei o cabelo.
― Não mudou a cor.
― Não assisto mais novela.
― Continua achando que a vida é uma novela mexicana.
― Não como mais miojo.
― Ainda odeia usar garfo pra cortar a carne. 
― Tá. Tá. Eu entendi. Não mudei. Você venceu. Agora, pra quê tudo isso?
― Pra me certificar.
― De que?
Ele olhou pro lado e suspirou. ― De nada. De nada. Ei… tem um cara parado ali feito um bobo, acho que ele ta procurando alguém.
Segui o seu olhar e avistei um cara com um combo de pipoca na mão.
De alguma forma ele sabia quem esse cara é. Estranho.
― É meu namorado. Eu… eu tenho que…
― Tem que ir. ― Ele balançou a cabeça positivamente.
Droga. Porque é tão difícil ir embora? 
― Então, até um dia.
― Até ― Ele pegou minha mão e deu um beijo, então deu um meio sorriso e foi se afastando.
Mordi o lábio enquanto o vi partindo ― já o vira partir tantas outras vezes. A gente nunca acha que um dia vai acabar. A gente sempre acha que vai ter mais, algum dia, alguma vez. Até que acaba. Até que o máximo de proximidade entre vocês seja apenas encontrar um ao outro na fila de um cinema. E não há nada mais triste que isso de seguir em frente. Não há nada pior do que desvencilhar sua vida da de outra pessoa. E mesmo com tudo, é como se não existisse realmente um fim, mesmo depois de ter tido um fim…
― Espera!
 Ele se virou pra mim com surpresa em seus olhos ― O que?
― Você!
― Eu…
― Você é minha coca-cola.
― Eu sou o quê?
― Minha coca-cola. ― Ele vinha se aproximando e eu fechei os olhos, tentando me lembrar das palavras dele anteriormente. ― “Significa que tu deixou de tomar coca, mas nunca vai deixar de tomar coca. Ela ta aí dentro de ti ainda.”
― E o que isso significa?
― Você sempre vai estar aqui, mesmo não estando.
Ele deu um sorriso triste, e pelo seus olhos, vi que o meu também era. Ele colocou uma mecha do meu cabelo para de trás da minha orelha e suspirou.
― Você sempre vai ser a minha coca-cola, também.
― Até mais então.
― Até um dia, preta.
Cada um seguiu em frente novamente ― e literalmente. Fui encontrar o cara com o combo de pipoca, mas não pude deixar de olhar pra trás e ver, por mais uma ― e talvez última ― vez, o cara com a camisa das formigas atômicas.
Acho que vou tomar coca-cola hoje. (Iolanda Valentim)

c-collapse:

Coca-cola, formigas atômicas e combo de pipoca.

 Tava na fila do cinema quando vi um cara com blusa das formigas atômicas acenar pra mim. Olhei duas, três, cinco mil vezes pra ver se eu não tava delirando. Ele vinha na minha direção com os braços abertos e eu calculei a distância entre o elevador mais próximo e eu. Não dava tempo de correr. Também não dava tempo de cavar um buraco no piso do shopping e pular dentro.

 ― Ei, preta. ― Ele me deu um abraço estranho de uma só mão e eu meio que abracei a outra mão dele e… hãm, foi um desastre. Mas meu coração doeu quando eu ouvi essa voz e esse apelidinho que anos atrás, eram suficientes pra deixar meu dia mais feliz. 

 ― O…hei… ã.  ― Eu queria dizer “Hey, oi, e aí?”. Mas não conseguia pronunciar direito.

 ― Quanto tempo né. 

 ― Pois é… ― Balancei a cabeça.

 ― É… e aí?  

 ― Tudo nice.

 ― Então… anos, né?

 ― Pois é. Três ou quatro.

 ― Acho que é quatro.

Três anos, nove meses e quatro dias, querido.

 ― É…

 ― Arram…

 ― Pois é.

Passamos algum tempo nos olhando constrangedoramente. Lembrei do tempo que nós tínhamos assunto. Era natural como respirar. Passávamos umas boas três, quatro horas no telefone. O assunto nunca acabava e o silêncio também não era um incômodo, nós meio que nos entendíamos. E olha só pra gente agora. Procurei na minha cabeça algum assunto que poderia falar com ele, mas não vinha nada. Estava quase correndo pra longe quando…

 ― Uma amiga minha te viu um dia desses.

Meses e meses atrás, corrigi mentalmente.

 ― Dalila?

 ― Não, não. Você não conhece.

― Então como ela sabe quem sou eu?

Ok. Já posso correr. Deveria dizer “não, é que assim, você é meio que o cara que eu mais amei na vida e meio que eu ainda falo de você pra Deus e o mundo”? Não né.

― Quis dizer que você não deve se lembrar dela, enfim, esquece.

― E esse suco aí na tua mão?

Olhei pra baixo e notei realmente que eu estava segurando um copo de suco de laranja. Alguém, que eu não me lembrava agora quem era, tinha ido comprar pipoca pra gente também, eu acho.

 ― É um suco.

 ― Tá brincando que é um suco? ― Ele ironizou. ― Tô querendo saber, é, cadê tua coca cola?

 ― Ah, sim, sim.  Não tomo mais, sabe. ― Era minha deixa. Ensaiei falar isso faz anos.  ― Mudei muito.

 ― Tu? Mudou? Tu? Parou de tomar coca? Ta beleza, eu acredito.  

 ― Não ta vendo o suco na minha mão? Parei de tomar coca.

 ― Não parou não.

 ― Parei. ― Queria jogar o suco na cara dele ― Isso aqui é suco.

 ― Mas continua querendo tomar coca.

 ― Isso não significa nada.

 ― Claro que significa. ― Ele sorriu ― Significa que tu deixou de tomar coca, mas nunca vai deixar de tomar coca. Ela ta aí dentro de ti ainda. Tu sempre vai desejar uma coca gelada que rasga a garganta. Pega logo uma coca.

 Verdade. Quase pude sentir o gosto enquanto ele dizia isso. Como eu queria coca-cola. Quase dois anos que eu não tomo e eu nunca deixei de querer tomar.

Mas enfim, o que tem haver?

 ― Que bom que só querer não dá celulite né?  ― Sorri.

 ― Você seria linda de qualquer forma. Com ou sem celulite.  ― Ele falou em um tom mais baixo e mais intenso, e eu tive um ataque cardíaco, pelo menos era o que eu sentia. Olhei pros lados disfarçando a timidez.

 ― E os caras?  ― Ele perguntou quando teve a certeza de que eu não iria mais responder.

 ― Que caras?

 ― Os caras, né.

 ― Hãm?

 ― Namorados, preta, namorados, problemas, paqueras, etc.

Ah sim. Isso me lembrou que tinha alguém comprando pipoca em algum lugar desse shopping. Olhei de relance pra ver se encontrava, mas aparentemente não estava em nenhum canto. Ou era culpa minha, que só conseguia ver o cara de camisa das formigas atômicas na minha frente.

 ― Tô namorando.

 ― Você? ― Ele levantou a sobrancelha.

 Me senti um pouco ofendida com o tom de voz dele. ― Eu mesma.

 Ele me fitou por algum tempo em silêncio.

 ― O que?  ― Já tava sem paciência.

 ― É…  ― ele pensou por mais alguns segundos  ― Estranho, eu acho.

E eu entendi o que ele quis dizer. A gente só se conhecia como um sendo a pessoa do outro. Nós éramos o amor da vida um do outro, a alma gêmea, a metade da laranja e qualquer outro nome que dão pra isso. Era algo fora do contexto esse nosso encontro, a gente aqui, como dois conhecidos que não se vêem há anos. Como que a gente foi se perder assim? Como que nossas vidas que pareciam tão juntas e tão entrelaçadas e tão grudadas, inventaram de mudar de rumo? Eu me sentia até culpada, eu acho. Era tudo bonito demais e triste demais e apaixonado demais pra ter acabado.

― É.

― Ainda escreve?

(Escrevo. Tô escrevendo um texto sobre você nesse instante.)

― Não ― Menti. ― Não tenho mais tempo pra isso. 

― Hum… Então você mudou.

― Mudei muito.

― Mentira sua ― Ele me olhou como uma criança implicante.

― Acredite no que quiser ―  Retribui o olhar.

― Aposto que ainda conta os dias e as datas.

― Não mesmo. Nem me lembrava mais disso. Aliás, que dia é hoje?

― Quanto tempo pro teu aniversário?

― Que?

― Quanto tempo falta. Para o teu. Aniversário. ― Ele falou pausadamente.

Engoli seco. ― Eu sei lá.

― Eu sei que você tá contando.

― O que? Eu mesm…

― Anda.

― Não sei.

― Diz.

― Não dig…

― Agora.

O encarei por alguns segundos até suspirar pesadamente.

― Três meses e quatro dias.

― Aniversário da tua cachorra.

― Sete meses e… seis dias. 12 de dezembro. Aniversário de Belo Horizonte. Dia da morte do José de Alencar. Aniversário do Silvio Santos também.

― Viu, eu disse.

― Grande coisa. Todo mundo tem uma mania.

― Grande coisa. Você não mudou nada.

― Cortei o cabelo.

― Não mudou a cor.

― Não assisto mais novela.

― Continua achando que a vida é uma novela mexicana.

― Não como mais miojo.

― Ainda odeia usar garfo pra cortar a carne. 

― Tá. Tá. Eu entendi. Não mudei. Você venceu. Agora, pra quê tudo isso?

― Pra me certificar.

― De que?

Ele olhou pro lado e suspirou. ― De nada. De nada. Ei… tem um cara parado ali feito um bobo, acho que ele ta procurando alguém.

Segui o seu olhar e avistei um cara com um combo de pipoca na mão.

De alguma forma ele sabia quem esse cara é. Estranho.

― É meu namorado. Eu… eu tenho que…

― Tem que ir. ― Ele balançou a cabeça positivamente.

Droga. Porque é tão difícil ir embora? 

― Então, até um dia.

― Até ― Ele pegou minha mão e deu um beijo, então deu um meio sorriso e foi se afastando.

Mordi o lábio enquanto o vi partindo ― já o vira partir tantas outras vezes. A gente nunca acha que um dia vai acabar. A gente sempre acha que vai ter mais, algum dia, alguma vez. Até que acaba. Até que o máximo de proximidade entre vocês seja apenas encontrar um ao outro na fila de um cinema. E não há nada mais triste que isso de seguir em frente. Não há nada pior do que desvencilhar sua vida da de outra pessoa. E mesmo com tudo, é como se não existisse realmente um fim, mesmo depois de ter tido um fim…

― Espera!

 Ele se virou pra mim com surpresa em seus olhos ― O que?

― Você!

― Eu…

Você é minha coca-cola.

― Eu sou o quê?

― Minha coca-cola. ― Ele vinha se aproximando e eu fechei os olhos, tentando me lembrar das palavras dele anteriormente. ― “Significa que tu deixou de tomar coca, mas nunca vai deixar de tomar coca. Ela ta aí dentro de ti ainda.”

― E o que isso significa?

Você sempre vai estar aqui, mesmo não estando.

Ele deu um sorriso triste, e pelo seus olhos, vi que o meu também era. Ele colocou uma mecha do meu cabelo para de trás da minha orelha e suspirou.

Você sempre vai ser a minha coca-cola, também.

― Até mais então.

― Até um dia, preta.

Cada um seguiu em frente novamente ― e literalmente. Fui encontrar o cara com o combo de pipoca, mas não pude deixar de olhar pra trás e ver, por mais uma ― e talvez última ― vez, o cara com a camisa das formigas atômicas.

Acho que vou tomar coca-cola hoje. (Iolanda Valentim)


2/06/2012 às 4:57pm · 1,595 notes


2/06/2012 às 3:54pm · 916 notes

sexrauhl:

fuck i’m dying

(Source: untamedliberty, via yoursmileis-mine)


2/06/2012 às 3:52pm · 2,046 notes


2/06/2012 às 3:52pm · 4,240 notes
Fuck yall!

Fuck yall!

(Source: acrazyheart)


2/06/2012 às 3:51pm · 1 note
acrazyheart:

idgaf hihi

Ai, minha Ana é tão linda, oown >.<

acrazyheart:

idgaf hihi

Ai, minha Ana é tão linda, oown >.<


2/06/2012 às 3:50pm · 1 note
Tags:  acrazyheart #

I still turn to you.

I still turn to you.

(Source: faultyword, via mydreamjustinb-1d)


2/06/2012 às 3:49pm · 95 notes

Um sonho : Atualizar a dash e ver uma ask.

(Source: trick-s, via ourworldbiebs)

2/06/2012 às 3:48pm · 1,033 notes


2/06/2012 às 3:46pm · 5 notes
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